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		<title>REARMAMENTO MORAL DA ODONTOLOGIA</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 18:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tenho presenciado nesta rede uma série de manifestações de colegas que evidenciam uma inquietação generalizada à sombria perspectiva profissional, cuja vassalagem a  planos de saúde e convênios têm provocado uma degradação financeira e moral dolorosa, incompatível ao valor intrínseco da classe.  Penso que parte do que estamos colhendo é reflexo do que fomos plantando ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tenho presenciado nesta rede uma série de manifestações de colegas que evidenciam uma inquietação generalizada à sombria perspectiva profissional, cuja vassalagem a  planos de saúde e convênios têm provocado uma degradação financeira e moral dolorosa, incompatível ao valor intrínseco da classe.  Penso que parte do que estamos colhendo é reflexo do que fomos plantando ao longo dos anos, tornando-nos cúmplices inconscientes dos agora reconhecidos agressores. Ninguém é mais controvertido do que aquele que quer ver o mundo diferente mas recusa-se a ser diferente ele próprio. Ser diferente é o mesmo que diferenciar-se. Meus jovens, julgo mais sensato vencer o estrago que esta idéia dominante de opressão moral provoca assumindo outra que lhe é contrária, pois é ingênuo pensar em vencer uma fraqueza à bala ou lastimar-se lançando às costas alheias a culpa pela nossas aflições.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema é complexo e exige reflexões que vão além da busca por culpados, mas tempo de recolhimento e introspecção responsável para discernir fatos e deles tirar conclusões racionais. É insensato imputar falta ou debilidade a colega que se rende ao desalento e avilta seus valores para sobreviver a esta longa estiagem. Compreendo-o e reconheço-lhe motivos, porém, com tristeza vejo-o afundar-se numa realidade assemelhada a areia movediça. Todavia, percebe-se acanhadas exceções a esta possível regra representada por uma minoria silenciosa.  Será sorte ou condução de vida sob outros parâmetros?</p>
<p style="text-align: justify;">A luz no fim do túnel é estimular o &#8220;sistema imunitário&#8221; e defender-se da contaminação desde o início, pois não há antídoto para combater o veneno da desesperança profissional uma vez enraizada. Auto-imunização significa construir-se, diferenciar-se para SABER mais e VALER mais. E agora, o grande desafio: você pode saber e julgar valer mais, porém&#8230;  o paciente sabe?  Esta conscientização é responsabilidade sua, e nela deve apostar todas as fichas que dispuser.</p>
<p style="text-align: justify;">Há pouco tempo atrás, quando me iniciei na rede, postei uma crônica que me parece oportuno reproduzir, pois é exemplo do mencionado &#8220;valor agregado&#8221; a que me refiro.</p>
<p style="text-align: justify;">[ Número recente da revista Vejinha São Paulo trouxe matéria sob o título de “Preços de arrepiar” onde o articulista, num tom entre divertido e irônico, comenta o novo hit da moda nos salões de beleza, que é a ascensão das atividades dos “designers de sobrancelhas” e a consequente disparada nos preços cobrados pelos profissionais que as executam.   O serviço, prestado por manicures ou maquiadoras que antes valia não mais do que 10 a 20 reais, cede espaço para os autodenominados “designers” que atingem o pico de 220 reais pela atividade, e com agendas aquecidas. Algo está errado? Não! Apenas descobriram valores até então ocultos ou despercebidos e os expuseram à percepção de seus clientes os quais, encantados com essa visão antes insuspeitada e convictos do maior valor intrínseco, não apenas pagam agradecidos, como  divulgam as boas novas.</p>
<p style="text-align: justify;">De maneira alguma subestimo o valor destes profissionais, antes os elejo como ícones para estudos comportamentais que podem gerar sugestões úteis a colegas que se vêem torturados pelo esvaziamento dos valores agregados às próprias ocupações.  Isto não é pregação de frivolidades, é antes um convite ao estudo das leis psicossociais que conduzem o comportamento humano para dele tirar ilações úteis para a vida e profissão.</p>
<p style="text-align: justify;">Este tema, colegas, precisa ser destacado para nortear novas atitudes. Há que buscar o valor onde de fato ele está e expô-lo claramente, mergulhando fundo nos princípios biológicos que regem o campo e conscientizando das implicações inerentes. Procurem afastar-se do aspecto meramente estético, que tem sua importância apenas relativa, pois resume-se à  ponta visível de um iceberg. O valor está no que subjaz, cabendo-nos apresentá-lo com linguajar adequado.]</p>
<p style="text-align: justify;">Está aí o que escrevi à época; uma das conclusões a que chego é que é impossível comprimir os profissionais e atrelá-los a um patamar único de valor, uma vez que este é resultado da somatória de uma série conquistas que só vêm à custa de muito suor e trabalho. O auspicioso da história é que ninguém é obrigado a permanecer onde está, porque o caminho é aberto e o horizonte é amplo para quem se dispõe a abandonar a sombra e decolar às expensas de aprimoramento contínuo. Claro que a batalha é árdua, muito mais cômodo é sentar-se à beira do caminho e chorar, porém, resultados diferentes contemplarão atitudes diferentes.  Este, queridos colegas, é o antídoto certo, cuja dosagem pode parecer homeopática, mas é única verdadeira que permite rearmar-se social e moralmente. A história pessoal começa a virar quando a auto-imagem é reestruturada, refletindo-se  em uma atitude pró-ativa, vencedora.</p>
<p style="text-align: justify;">Estas considerações não colidem, mas somam-se ao chamamento de tomada de decisões nestas horas em que se percebe uma classe coesa na manifestação enérgica de seus princípios. Reivindicações dignas SIM, e um NÃO à submissão degradante e acintosa àqueles que querem crescer às expensas da classe, contrapondo-lhes postura firme e sólida argumentação que reflitam de fato de que lado está a força.</p>
<p style="text-align: justify;">Até mais.</p>
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		<title>DIGNIDADE OFENDIDA PELO CERVEJEIRO?</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 20:42:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Percebo que nem tudo está perdido quando vejo uma classe levantar-se unida, atingida em seus brios por possível decoro maculado e amor-próprio ferido  por  ameaças à própria reputação. Não tinha visto o tal comercial de cerveja e resolvi informar-me para procurar entender  o que provocou tanta celeuma, e para isso consultei o Youtube. Procurei analisar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Percebo que nem tudo está perdido quando vejo uma classe levantar-se unida, atingida em seus brios por possível decoro maculado e amor-próprio ferido  por  ameaças à própria reputação. Não tinha visto o tal comercial de cerveja e resolvi informar-me para procurar entender  o que provocou tanta celeuma, e para isso consultei o Youtube. Procurei analisar a proposta daquele vídeo que trata de maneira considerada apelativa o representante de uma classe e,  de imediato compreendi a reação dos colegas, não pelo teor da proposta, mas pela circunstância deste estimulo ter aportado no momento certo, no lugar certo e na hora certa para provocar esta  reação vigorosa. Não posso  tirar-lhes a razão, meus jovens. É como se fosse uma gota d&#8217;água no copo já  prestes a transbordar.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, julgo oportuno colocar em pauta algumas considerações  para julgamento dos colegas, enfocando o episódio sob outro prisma.  Este vídeo traduz em linguagem midiática ( o cômico vende e tem alto recall) o que o vendedor quer, isto é, vender. Paralelamente, milhares de colegas DENTISTAS postam aqui no Facebook  e anunciam, com os indefectíveis rsrsrsrsrs, ou kkkkkkkk!!!!!, o glorioso fim de sexta-feira que chega prenunciando aquelas tão pessoais &#8220;propostas  deliciosas&#8221; do sábado libertador. Quem não trabalha pensando, antevendo e saboreando isso? Dêem uma olhada nas postagens deste dia, revistam-se do espírito aí latente e tentem criar e postar em seus portais situações DIVERTIDAS a comemorar o fato. O tal vídeo considerado afrontoso pode ser interpretado  dessa forma, caso fosse construído &#8220;intra muros&#8221;, ou por nós mesmos. Porque uma sequela positiva (não são muitas) que vieram junto aos  poucos cabelos brancos que me restaram, é que aprendi a compreender um pouquinho as circunstâncias das motivações humanas, a afastar a ira do touro à vista da capa vermelha por entender a armadilha como teste à maturidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Colegas, muito cuidado, porque reação exacerbada a este tipo de estímulo considerado como provocação deixa entrever indisfarçável complexo de afirmação social e  sem o <em>fair play</em> de quem sabe o que vale e representa na sociedade. Não se esqueçam de outra informação: o cirurgião-dentista foi muito bem cotado na lista das profissões mais confiáveis. Sim, somos dignos e temos o respeito da sociedade. Observem como aquele indivíduo que, ao recusar um apelido por julgá-lo ofensivo, repele-o energicamente e em consequência  nunca mais dele se livra, justamente por perceberem ali um ponto fraco?   E este pega porque os que estão à volta percebem a fraqueza  e divertem-se com sua aflição? O quê pensará o público que nos elegeu na enquete citada a respeito  de algo que nos afronta tanto?  Afinal, já pensaram na interpretação do público leigo? Aquele mesmo que ri daquele humor televisivo em que machões fogem espavoridos à vista dos dedões do médico urologista a chamá-los para o exame prostático? Os médicos provavelmente também riram, pois sabem o quanto valem para sentirem-se arranhados por tão pouco.</p>
<p style="text-align: justify;">Colegas, peço-lhes que não se agastem tanto com o episódio, vamos desmerecê-lo simplesmente ignorando-o, vamos abandonar este comportamento de vestal enclausurada na defesa  de sua dignidade violada e voltar nossos olhos para aquilo que realmente denigre, choca, vilipendia e desmerece a classe: as ofertas de serviços por preços vis, as propagandas oferecendo brindes, descontos, promoções, a passividade frente aos abusos de fabricantes que alardeiam recursos inexistentes em seus produtos, além do pior deles, o trabalho escravo de subserviência a planos de saúde conduzidos por forasteiros à classe, que dela tira sangue, suor e dignidade.  Contra isso, sim, vale a pena combater, dedicando vocês, jovens, todo o entusiasmo e vigor. Vivam a vida com dignidade e honrando a profissão, podendo ao  cabo dizer, parodiando o apóstolo Paulo, &#8220;combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Aceitem um abraço</p>
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		<title>PROCEDIMENTOS BASEADOS EM EVIDÊNCIA CIENTÍFICA</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 22:24:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ultimamente tem havido uma pletora de publicações exaltando a primazia de procedimentos baseados em evidência científica e relegando ao limbo o fruto da experiência profissional, situado-a no fim daquela  escala de valores. É evidente que resultados de um estudo controlado, randomizado, uni ou duplo cego e cruzado constitui-se em instrumento de análise que transmite segurança [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ultimamente tem havido uma pletora de publicações exaltando a primazia de procedimentos baseados em evidência científica e relegando ao limbo o fruto da experiência profissional, situado-a no fim daquela  escala de valores. É evidente que resultados de um estudo controlado, randomizado, uni ou duplo cego e cruzado constitui-se em instrumento de análise que transmite segurança na tomada de decisão terapêutica, todavia, não é prudente excluir sumariamente  os frutos da experiência de um profissional  que durante anos conviveu, na sua lida diária,  com o binômio causa/efeito,  deles retirando subsídios que pavimentaram sua experiência.   O fato de não haver estudos comprobatórios de determinado procedimento não exclui a probabilidade de que seus efeitos sejam exequíveis na concretização daquilo a que se propõe, mesmo porque é reconhecido que inúmeras avaliações experimentais  não são factíveis em seres humanos.</p>
<p style="text-align: justify;">É bom lembrar que o ser humano é caprichoso e passível de ser embalado por cantos de sereia que o conduzem por caminhos tortuosos.  Não é impossível a probabilidade de interesses não muito &#8220;acadêmicos&#8221; ser maculados  por motivos escusos.  Sabe-se que há como provar estatisticamente qualquer coisa, desculpem-me o gracejo,  até mesmo que a inteligência está diretamente relacionada ao tamanho do pé, bastando para isso selecionar adequadamente os grupos de estudo,  um  em idade pré-escolar,  outro de formandos em Engenharia no ITA (por exemplo), aplicar os testes,  medir seus pezinhos e depois deitar falação ornamentada pelos jargões metodológicos da hora.  Prova-se, ou refuta-se qualquer coisa.  Basta correr os olhos pelo histórico das conquistas científicas dos últimos anos para verificar que o bom mocismo de um procedimento transformou-se numa ovelha negra a seguir,  e vide-versa, como o pobre ovo e seu colesterol,  com pesquisas apedrejando-o   por anos, e depois reabilitado por outras  que se derramam em salamaleques louvando   suas virtudes ressuscitadas.  Recentemente em nossa área,  uma avalanche de publicações exaltando as virtudes dos bráquetes autoligados, e quase sem hiato, outras,  minimizando-as.  Como fica a cabeça do profissional? Colocar as &#8220;pesquisas&#8221; num octógono do UFC e ficar torcendo por qualquer delas?  Certamente vencerá a que se houver mais rentável.</p>
<p style="text-align: justify;">Não, meus queridos colegas, é óbvio que não posso ignorar o valor dos estudos bem conduzidos, pois leio-os com avidez, até por obrigação de responsabilidade no ensino, mas também não posso e não devo atrelar-me em subserviência canina aos seus resultados.  A experiência,  traduzida pelo conjunto de conhecimentos e práticas  individuais acumuladas ao longo de anos não deve ser relegada como dejetos inúteis, sob pena de nos submeter às trevas do preconceito onde não há lugar para o bom senso.</p>
<p style="text-align: justify;">Minha vida profissional na área de Ortodontia e de Ortopedia Funcional dos Maxilares, exercidas tanto em minha clínica particular quanto na condução de milhares de casos clínicos de alunos ao longo quase 25 anos de magistério ininterrupto, deram-me substrato  suficiente para  avaliar a qualidade de terapias e seus procedimentos, muitas das quais sem os chamados &#8220;estudos baseados em evidência&#8221;.  Naturalmente tive meus fracassos e acertos, inevitáveis em quem FAZ,  e a experiência advinda consubstanciou-se na materialização de algo chamado &#8220;bom senso&#8221; a que me permito lançar mão sempre que necessito optar.</p>
<p style="text-align: justify;">Até mais</p>
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		<title>TERAPIA PARA DTMs</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 14:03:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[Bionator de Balters]]></category>
		<category><![CDATA[Cone Bean]]></category>
		<category><![CDATA[DTM]]></category>
		<category><![CDATA[erupção dentária]]></category>
		<category><![CDATA[estágios de Nolla]]></category>
		<category><![CDATA[Ressonância Nuclear Magnética]]></category>
		<category><![CDATA[Tomografia Computadorizado]]></category>

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		<description><![CDATA[            A fisiologia da movimentação dentária durante o processo eruptivo, quando a coroa dentária, passando pelas fases de mineração radicular descritas nos estágios de Nolla migra através do osso alveolar, mostra que o dente encontra-se no interior de uma cripta. Esta  sofre uma translação, de corpo, por meio de um esforço  combinado de reabsorção óssea [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">            A fisiologia da movimentação dentária durante o processo eruptivo, quando a coroa dentária, passando pelas fases de mineração radicular descritas nos estágios de Nolla migra através do osso alveolar, mostra que o dente encontra-se no interior de uma cripta. Esta  sofre uma translação, de corpo, por meio de um esforço  combinado de reabsorção óssea osteoclástica ao longo do caminho de erupção e de formação óssea osteoblástica sobre a trilha que a coroa já deixou.  À medida que os dentes erupcionam na cavidade bucal, e mesmo durante a vida, existe uma tendência natural para que continuem se movendo por entre os caminhos com menos resistência até que, finalmente, encontrem um obstáculo que ofereça resistência. Normalmente, essa barreira surge na forma de um contato interproximal com um dente adjacente ou, o que é mais frequente, de um contato oclusal com um dente da arcada oposta. Segundo esta realidade biológica, consegue-se, através de aparatologia ortopédica funcional, redimensionar a altura facial inferior (AFAI) com o propósito de aumentar o espaço articular superior no complexo da ATM, permitindo adequada lubrificação sinovial por evitar atritos, evidenciados pelos ruídos característicos bem como estiramentos retrodiscais nocivos.    Identificados os desvios com o emprego da ressonância nuclear magnética (RNM) e da tomografia computadorizada, tipo Cone Bean, tenho empregado com bastante sucesso o Bionator de Balters, concomitante ou não com aparatologia fixa, no tratamento das incoordenações côndilo-disco, sejam eles acompanhados ou não de recapturas discais.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">PS: Este texto foi postado no FACEBOOK, no grupo fechado ORTHOLINK. Os colegas que se interessam pela área de Ortodontia e sua interdisciplinaridade, estão convidados a dele participar. </span></p>
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		<title>FINALIZAÇÕES ORTODÔNTICAS II</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Mar 2012 21:37:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto atualizado
Com este título  postei no YOUTUBE um vídeo onde exponho casos clínicos de meus ex-alunos finalizados e equilibrados segundo leis que fazem parte dos alicerces em que sustenta a ciência odontológica.  Todos eles obedecem ao esquema oclusal balanceado bilateral, pois reflete o que a Natureza dotou o ser humano desde seus primórdios, como a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;">Texto atualizado</span></p>
<p style="text-align: justify;">Com este título  postei no YOUTUBE um vídeo onde exponho casos clínicos de meus ex-alunos finalizados e equilibrados segundo leis que fazem parte dos alicerces em que sustenta a ciência odontológica.  Todos eles obedecem ao esquema oclusal balanceado bilateral, pois reflete o que a Natureza dotou o ser humano desde seus primórdios, como a evidência apreciada nos crânios do <em>Homo habilis,</em> estudados a partir de 1960 por Louis Leakey que os datou de 1.700.000 e considerado o ancestral da espécie humana;<em> d</em>o <em>homo erectus, </em>descoberto em 1891 por Eugene Dubois, originalmente chamado de <em>Pitecantropus </em>erectus nome posteriormente trocado por <em>Homo erectus; </em>e há cerca de 70.000 do <em>Homo sapiens</em>, e seus desdobramentos, com numerosas amostras. Em fim, todos esses exemplares dos primórdios humanos apresentando uma oclusão funcional balanceada bilateral, como mostra claramente a morfologia exibida em fotos destes exemplares. Para não falar no Homem do Sambaqui, por mim estudados no Museu de Antropologia de Joinville, SC, onde todos os exemplares exibiam aquele esquema. Por isso, posso dizer, respeitosamente, que este modelo oclusal deveria ser chamado “esquema oclusal de Jeová”, pois foi o que a Natureza, e seu Criador, dotaram o ser humano desde seus primórdios. É bom lembrar um pensamento de Juvenal, que afirma “<em>Nunca a Natureza diz uma coisa, e a Sabedoria diz outra.”</em> Esquemas oclusais alternativos surgiram a partir da revolução industrial no século XVII, portanto, uma fração infinitesimal de tempo dentro da filogênese humana, onde uma alteração na dieta provocada no processamento alimentar alterou a natureza dos estímulos funcionais, gerando adaptações morfofuncionais e fenotípicas. Em outras palavras, uma degeneração por homeostase adaptativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns autores da área de Oclusão julgam a oclusão funcional balanceada bilateral uma <strong>utopia </strong>que não deve preocupar o estudante, por ser inexequível. Ora, não custa consultar mestre Aurélio que define este vocábulo como “descrição ou representação de qualquer lugar ou situação <strong>ideal,</strong> mas de alcance irrealizável; quimera; fantasia.” Portanto, refere-se a algo desejável, mas impossível de ser atingido.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, minha resposta é factual, pois exponho uma série de “utopias” alcançadas por meus alunos e dentro do período regulamentar de uma especialização. São comprovadamente factíveis, desejáveis e indispensáveis para quem pretende equilíbrio autossustentável, sem necessidade de contenções.</p>
<p style="text-align: justify;">O que não é admissível é contra-argumentação de quem não conhece, ou não respeita as leis vigentes e deixam-se levar por mantras mercadológicos irreais, ora emanados por fabricantes de acessórios que se pretendem milagrosos, ora por postulantes de terapias minimalistas que acabam por nivelar por baixo e permitindo que um padrão terapêutico diferenciado escoe pelo ralo.</p>
<p style="text-align: justify;">O patamar em que se deve atuar é outro, e quero  aqui parabenizar estes colegas com os quais compartilho este vídeo, pela excelência de finalização que os credencia à indiscutível diferenciação profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Até mais</p>
<p style="text-align: justify;">Lago</p>
]]></content:encoded>
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		<title>REFLEXÕES SOBRE O ENSINO NA ODONTOLOGIA</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 14:34:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[          Em texto anterior registrei minha preocupação com o rumo tomado pelo ensino odontológico, com conteúdo programático perigosamente submisso a convicções pessoais de coordenação nem sempre calcadas em alicerces estáveis.  É evidente que consenso pedagógico em uma área do conhecimento   em constante evolução como o biológico  é utópico, uma vez que permite interpretações  por vezes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">          Em texto anterior registrei minha preocupação com o rumo tomado pelo ensino odontológico, com conteúdo programático perigosamente submisso a convicções pessoais de coordenação nem sempre calcadas em alicerces estáveis.  É evidente que consenso pedagógico em uma área do conhecimento   em constante evolução como o biológico  é utópico, uma vez que permite interpretações  por vezes conflitantes. Esta é uma área que não admite certezas ou protocolos imutáveis baseados em paradigmas enraizados.    Segundo Aurélio, &#8220;paradigma&#8221; significa modelo, padrão ou referencial, ou então termo com o qual se designa realizações que geram modelos que, por período mais ou menos longo e de modo mais ou menos explícito, orientam o desenvolvimento posterior das pesquisas exclusivamente na busca da solução para os problemas por elas suscitados&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"> Vou lhes contar uma historinha que li, cá mesmo na web, há anos atrás. Ela conta COMO SURGEM OS PARADIGMAS.</p>
<p style="text-align: justify;">Um grupo de cientistas colocou cinco macacos em uma gaiola e, no meio desta, uma escada com bananas no topo. Toda vez que um dos macacos começava a subir a escada, um dispositivo automático esguichava água gelada sobre os demais macacos.</p>
<p style="text-align: justify;">       Passado certo tempo, toda vez que qualquer dos macacos esboçava um início de subida na escada, os demais o espancavam, evitando assim a água gelada. Obviamente, após certo tempo, nenhum dos macacos se arriscava a subir a escada, apesar da tentação.</p>
<p style="text-align: justify;">         Os cientistas decidiram então substituir um dos macacos. A primeira coisa que o macaco novo fez foi tentar subir a escada. Imediatamente os demais começaram a espancá-lo.  Após várias surras o novo membro dessa comunidade aprendeu a não subir na escada, embora jamais soubesse por quê.</p>
<p style="text-align: justify;">         Um segundo macaco foi substituído e ocorreu com ele o mesmo que com o primeiro.  O primeiro macaco que havia sido substituído participou, juntamente com os demais, do espancamento.</p>
<p style="text-align: justify;">         Um terceiro macaco foi trocado, e o mesmo processo de espancamento foi repetido.  Um quarto e quinto macaco foram trocados, um de cada vez, com intervalos adequados, repetindo-se os espancamentos dos novatos quando de suas tentativas para subir na escada.</p>
<p style="text-align: justify;">         O que sobrou foi um grupo de cinco macacos que, embora nunca tenham recebido uma chuveirada fria, continuavam a espancar todos os macacos que tentassem subir na escada. Se fosse possível conversar com os eles   e perguntar-lhes por que espancavam os que tentavam subir na escada, aposte que a resposta seria: “Eu não sei – essa é a forma como as coisas são feitas por aqui”. Bingo!</p>
<p style="text-align: justify;">            A moral da história é que torna-se prudente questionar os paradigmas e cultivar a lógica, esta considerada uma iguaria do espírito, embora alguns prefiram comer… bananas.</p>
<p style="text-align: justify;">Até a próxima</p>
<p style="text-align: justify;">Lago</p>
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		<title>O ENSINO ODONTOLÓGICO: uma opinião</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 14:18:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[          Não pode ser esquecido que as áreas odontológica e médica sustentam-se em alicerces comuns, indissociáveis por princípio. O desenvolvimento da ciência odontológica evoluiu a um patamar que lhe conferiu luz própria, levando-a a afastar-se erroneamente do tronco comum ao construir um modelo descompromissado com o sistema do qual faz parte; na mesma proporção em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">          Não pode ser esquecido que as áreas odontológica e médica sustentam-se em alicerces comuns, indissociáveis por princípio. O desenvolvimento da ciência odontológica evoluiu a um patamar que lhe conferiu luz própria, levando-a a afastar-se erroneamente do tronco comum ao construir um modelo descompromissado com o sistema do qual faz parte; na mesma proporção em que a medicina gerou a ilusão do Homem sem boca, nasceu a boca sem Homem da odontologia, como bem lembrou Arellano em 2002 em um bem estruturado artigo sobre posturologia. Como sempre, exceções pontuam aqui e ali, graças aos esforços de  profissionais notáveis de algumas especialidades que compreendem o caráter uno da natureza humana.</p>
<p style="text-align: justify;">           Esta dicotomia recorrente viceja como praga, inclusive no meu quintal, a Ortodontia, onde mais uma cisão acontece, dando-me um trabalho enorme mantê-lo limpo para apresentá-lo sem os miasmas do preconceito a meus alunos. Esta área do conhecimento também está dividida, de um lado pelo modelo mecanicista da ortodontia, com seu foco dento-alveolar, do outro, pelo modelo funcionalista da ortopedia, com sua preferência músculo-esqueletal. Esta separação –ou mesmo tendência de priorização-  refletida no ensino empobrece a ambos, sob quaisquer aspectos de abordagem, constituindo-se em uma falha grave na formação acadêmica de nossos jovens profissionais. Estes não têm culpa pelo partidarismo ideológico dominante que dita o que devem saber e patrulha o que convém  ignorar.  No mínimo, deveria ser-lhes permitido optar!</p>
<p style="text-align: justify;">           Não compartilho deste enfoque, e afirmo-lhes que é riquíssimo o acervo de recursos terapêuticos oferecidos pela síntese destes modelos que somam, interagem e se completam quando oportunamente empregados. Detenho-me com mais detalhes no texto “Meus princípios terapêuticos”, que pode ser encontrado, por aqueles que se interessarem, no meu site.  Fronteiras, colegas, não devem fazer parte de nosso vocabulário, pois limitam a visão e a amplitude do vôo.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços a todos</p>
<p style="text-align: justify;">Lago</p>
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		<title>SAUDAÇÕES À TURMA DE ESPECIALIZAÇÃO-ORTO 2012/JOINVILLE</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:25:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Difícil conter a emoção quando o tema é comentar o fim de um ciclo de convívio com colegas onde, cada um carregando às costas um sonho, me foi permitido compartilhar e contribuir na sua realização.  Embora fosse uma turma quase homogênea no noviciado, a assimilação do extenso conteúdo programático surpreendeu graças ao esforço e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" mce_style="text-align: justify;">Difícil conter a emoção quando o tema é comentar o fim de um ciclo de convívio com colegas onde, cada um carregando às costas um sonho, me foi permitido compartilhar e contribuir na sua realização.  Embora fosse uma turma quase homogênea no noviciado, a assimilação do extenso conteúdo programático surpreendeu graças ao esforço e garra que percebi em cada um, autorizando-me situar o grupo em um patamar de destaque dentre os muitos que tive oportunidade de coordenar ao longo de meus anos no magistério.</p>
<p style="text-align: justify;" mce_style="text-align: justify;">Procurei propor uma visão crítica de elementos doutrinários de bases aparentemente conflitantes  da ortodontia e ortopedia funcional, mas que mesclam-se para formar um todo homogêneo em uma síntese dialética cujo alcance apenas aqueles que dela têm consciência podem avaliar.  Seguramente saberão ponderar com segurança as infinitas informações que brotam diariamente, porque aprenderam a questionar e ganharam estatura para opinar e optar.  Que Deus os abençoe na vida e na profissão.</p>
<p style="text-align: justify;" mce_style="text-align: justify;">Agradecimentos ao Dr .Lotário e sra. Antônia, coordenadores do Instituto THUM de Pós Graduação e Biopesquisas na cidade de Joinville, SC,  que me proporcionaram uma estrutura consistente,  ampla e farta  para que eu pudesse exercer  meu trabalho com eficiência.    Meus agradecimentos aos assistentes, antes que isso, meus  amigos, Dr. Sérgio Mafra e Dr. Frederico M. da Silva, sem os quais não teria condições de levar a cabo a concretização do curso. Finalmente, e carinhosamente, à minha filha Márcia, preciosa colaboradora  no laboratório,  cujo domínio na área de aparatologia ortopédica funcional enriqueceu a habilidade e visão de nossos alunos.  Sem esquecer, claro, os vários colegas professores que lustraram a área de conhecimento no domínio conexo do currículo escolar. A todos, meus agradecimentos.</p>
<p style="text-align: justify;" mce_style="text-align: justify;">Lago</p>
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		<title>O CORPORATIVISMO É SADIO?</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 15:21:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ 
       Matéria recente no Jornal Nacional da Rede Globo provocou controvérsias com reações antagônicas na classe. Trata-se de uma penalização judicial sofrida por colega que presumidamente embromou no tratamento ortodôntico de uma cliente e foi para o paredão, condenado a ficar vinte mil reais mais pobre.   Isto é ruim? Isto é bom? A resposta é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong>       Matéria recente no Jornal Nacional da Rede Globo provocou controvérsias com reações antagônicas na classe. Trata-se de uma penalização judicial sofrida por colega que presumidamente embromou no tratamento ortodôntico de uma cliente e foi para o paredão, condenado a ficar vinte mil reais mais pobre.   Isto é ruim? Isto é bom? A resposta é difícil quando se analisa o fato por ângulos diferentes.  Por um lado é ruim, porque expõe toda uma classe a comentários deselegantes. Por outro é bom, porque o exemplo do colega infeliz aconselha um trato  profissional com mais responsabilidade.  É ruim porque o exemplo de êxito pecuniário do reclamante vai detonar verdadeira “corrida do ouro”, pois a cupidez humana não tem fronteiras. Mas isto é bom, porque tais reações são o gatilho de grandes transformações nos valores postos à mesa. Isto é ruim porque enfraquece a resistência de uma classe e induz à defensiva, que não é um terreno fértil às inovações, pois se ousa menos por precaução. Mas também é bom porque a melhor defesa é aprimorar-se, estudar mais, saber mais, estreitando o espaço para o aventureiro.</p>
<p style="text-align: justify;">       Para não perder tempo em reinventar a roda, é salutar apreciar exemplos e avaliar os êxitos e falhas em um sistema diferente do nosso, como o norte-americano, por exemplo, em que a consciência de cidadania faz com que cada indivíduo saiba quais são seus direitos e deveres e os façam presentes no quotidiano; direitos pelo prisma do cliente; deveres pelo do profissional. Isto é bom ou ruim? Até aí depende. O excesso de direitos permite brotar toda uma sorte de profissionais desta área que atazanam a vida do cidadão com acusações às vezes surreais, e isto é mau.  Mas também é bom, pois amedronta e escorraça para o limbo aquele que se sabe despreparado e o leva a concluir que é mais sensato preservar a própria pele ao invés de esfolar a do próximo.</p>
<p style="text-align: justify;">       Como vêem colegas, o tema gera calor e comporta acessos por inúmeras portas. Ficar em cima do muro é cômodo mas não é sensato, pois as grandes transformações sociais, econômicas e culturais ocorrem em função de uma somatória de esforços individuais. Minha balança pende para aquele comportamento em que a melhor forma de defesa é o ataque à ignorância na busca incessante do SABER, pois só ele consolida segurança e transfere ao profissional a blindagem para transitar incólume sob quaisquer circunstâncias.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços a todos</p>
<p style="text-align: justify;">Lago</p>
]]></content:encoded>
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		<title>VALORES NA ORTODONTIA &#8211; PARTE III</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 18:34:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“O segredo não é correr atrás das borboletas, mas cuidar do seu jardim até que elas venham até você”.
          Este pensamento –cujo autor ignoro- sintetiza a mensagem que desejo passar, sequenciando meu texto “Valores na ortodontia” em sua parte III, que naturalmente abarca conceitos que valem para a Odontologia como um todo. Já acolhendo observações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><strong>“O segredo não é correr atrás das borboletas, mas cuidar do seu jardim até que elas venham até você”.</strong><br />
          Este pensamento –cujo autor ignoro- sintetiza a mensagem que desejo passar, sequenciando meu texto “Valores na ortodontia” em sua parte III, que naturalmente abarca conceitos que valem para a Odontologia como um todo. Já acolhendo observações de colega, diria que reduzir custos, melhorar divulgação e ter participação ativa na comunidade, na verdade constitui estratégia preconizada em qualquer texto que trata de marketing, cuja matéria prima vai além das meramente motivacionais. Mas não basta, pois é pueril pensar que apenas obediência cega a princípios de marketing naturalmente resultarão em maior valor agregado às atividades de um profissional. Se fosse tão simples ter sucesso bastaria mimetizar um padrão vencedor e, bingo, tudo se resolveria. Mas é inegável que esta fonte de conhecimento concentra um repertório rico e valioso de informações que permitirão balizamento de ações com referencial.<br />
          Aproveitando excertos de matéria já postada,  começarei dizendo que fica mais claro quando há um paradigma, um exemplo de sucesso a ser seguido, cujo aprendizado inicia-se pela cópia, a chamada “modelagem” comportamental que passa a constituir uma referência, e posteriormente pelo aporte de novos conhecimentos, ou ferramentas, que permitem uma ressignificação, ou reestruturação, num link neurológico que dá consistência a uma nova atitude, uma vez que são modificados os filtros de percepção nas crenças e valores. A necessidade do conhecimento profundo da área de atuação é fundamental, pois nada se consegue apenas repetindo um modelo, vazio como um papagaio; é preciso SABER para poder SER, e dotar-se de habilidade e comportamento compatíveis para gerar uma estratégia de sucesso. Este conceito criou raízes para o surgimento do benchmarking, que não significa apenas copiar, mas uma nova abordagem de planejamento baseado em comparações de produtos, serviços e práticas geradoras de uma reengenharia de processos que tem produzido ótimos resultados em níveis pessoais e empresariais. Em relação à nossa atividade profissional, resultados pífios não significam falta de capacidade, mas revela a necessidade de mudanças, de fazer algo de modo diferente, com conteúdo repaginado segundo novo padrão de percepção. O “up grade” é natural, espontâneo, identificado e aceito na comunidade. Sem imposições. Entrarei em mais detalhes proximamente.</p>
<p>Até lá.</p>
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